QUANDO A CIÊNCIA É TOMADA DE ASSALTO POR DEMÓNIOS E POR CRENÇAS INDÍGENAS
Um novo ensaio clínico do NHS britânico, chamado Pathways, conduzido pelo King's College London e com o custo de cerca de 10,7 milhões de libras, planeia administrar bloqueadores da puberdade a mais de 200 crianças e jovens entre os 10 e os 15 anos com incongruência de género.
O estudo visa avaliar os efeitos destes medicamentos no bem-estar físico, emocional e social, após a revisão da Drª Hilary Cass (2024) ter concluído que as evidências para o seu uso eram "notavelmente fracas", levando a uma proibição indefinida fora de contextos de investigação.
No questionário do ensaio, será perguntado a participantes com 12 anos ou mais qual é a sua "identidade de género", com opções que incluem "dois espíritos" (two spirits) – um conceito tradicional de algumas culturas nativas americanas que descreve pessoas com espíritos masculino e feminino. Outras etiquetas incluem cisgénero, transgénero, não binário, agénero, género fluido e género queer.
Críticos, como Maya Forstater (da Sex Matters), consideram a inclusão de "dois espíritos" um sinal de viés ideológico, argumentando que o termo é culturalmente específico e inadequado para crianças britânicas, revelando uma base científica "pouco séria" e ligada a conceitos patriarcais históricos de "terceiro género".
Ex-funcionários do Tavistock (Susan e Marcus Evans) pediram a suspensão imediata do ensaio, denominando-o como "superficial e prejudicial" devido aos riscos elevados.
O Departamento de Saúde defende o estudo, afirmando que tem "medidas de segurança robustas". Apesar da proibição geral imposta por Wes Streeting, o ensaio foi recomendado pela revisão Cass para gerar evidências mais sólidas.
Este tema é altamente controverso: defensores vêem o ensaio como necessário para esclarecer benefícios e riscos; opositores alertam para potenciais danos irreversíveis e questionam a ética e o desenho do estudo.
As reacções não se fizeram esperar, mas, infelizmente, a ideologia e os ideólogos criminosos farão mais vítimas, baseados, não na ciência, mas, imagine-se, em crenças indígenas. 10,7 milhões de libras - pagos com o dinheiro suado dos impostos de quem trabalha - foram gastos num estudo, feito à medida dos transactivistas, para mutilar mais crianças, mais pessoas confusas, doentes e fragilizadas.
A segunda notícia vem tentar deitar água na fervura, dizendo que as crianças, sozinhas, não poderão decidir, mas precisarão da aval dos pais... Isso não devia tranquilizar ninguém, pois o que não falta por aí são pais alucinados, activistas, sedentos de protagonismo, que usam os filhos para satisfazer as suas próprias insanidades.
A PERGUNTA É: ATÉ QUANDO CONTINUAREMOS A PERMITIR QUE, TAMBÉM NESTE CANTINHO À BEIRA-MAR PLANTADO, SE CONTINUEM A MUTILAR CRIANÇAS?
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