Vídeos internos exclusivos de conferências fechadas da WPATH
(Associação Mundial de Profissionais para a Saúde Transgénero), obtidos pelo TheFree Press via processo judicial no Alabama, expõem uma realidade chocante: médicos
admitem realizar intervenções experimentais e irreversíveis em jovens
vulneráveis — incluindo adolescentes e crianças — sem evidências científicas
sólidas, orgulhando-se de "improvisar" para satisfazer desejos
estéticos ou identitários.
Um caso emblemático é Sky, jovem de 18 anos que queria
"nulificação genital" — remoção total dos genitais para se parecer
"com uma Barbie lá embaixo", eliminando toda a sensação sexual. A
assistente social Amy Penkin (OHSU) relatou que tais pedidos "não
binários" (como castração ou vaginoplastia com preservação peniana)
crescem rapidamente entre jovens, forçando profissionais a ignorar padrões
existentes e "evoluir" além da ciência para atender pacientes. A
psicóloga Mair Marsiglio defendeu não excluir pacientes com graves distúrbios
mentais (psicose, personalidade múltipla) de cirurgias arriscadas, actuando
como "colaboradores" para contornar o sistema. Para Sky, bastaram
duas cartas rápidas para aprovar a castração.
Outro exemplo: um menino de 13 anos não-binário queria ter seios,
mas também queria preservar a função genital masculina. Ao saber dos riscos de
infertilidade permanente, respondeu "c'est la vie". A
endocrinologista Hayley Baines priorizou os "objectivos de
corporeidade" do paciente, ignorando os impactos devastadores.
Os Padrões de Cuidado da WPATH (2022) – que Portugal segue
religiosamente - introduziram capítulos sobre "Não-binário"
(abrangendo identidades fluidas e até inspiradas em ficção) e
"Eunucos" — reformulando a castração como identidade válida desde a
infância, inclusive por fetichismo.
Cirurgiões como Thomas Satterwhite celebram o acto de realizar
"um número considerável" de castrações não convencionais e, enquanto
profissionais, confessam: «Estamos todos a improvisar... Mas talvez possamos
improvisar juntos», sugerindo um "painel do Pinterest" de opções
cirúrgicas.
Essas práticas são profundamente perigosas para crianças e
adolescentes.
Falta de evidências: Documentos revelam que a WPATH
suprimiu revisões mostrando benefícios não comprovados de hormonas/cirurgias em
menores; removeu idades mínimas por motivos políticos; ignorou conflitos de
interesse.
Riscos irreversíveis: Bloqueadores de puberdade, hormonas
cruzadas (doses massivas) e cirurgias causam infertilidade, disfunção sexual,
problemas ósseos, cardiovasculares e oncológicos — muitas vezes em jovens com
comorbidades (autismo, depressão, trauma).
Explosão de casos: Aumento inédito de adolescentes
(principalmente meninas) sem disforia infantil, afirmados sem avaliação
psicológica rigorosa.
Minimização de arrependimento: Destransição chamada
"rara", apesar dos crescentes relatos e processos judiciais contra
clínicas.
Protecção legal cínica: Equipas multidisciplinares
recomendadas só para defesa contra futuros arrependimentos, admitindo ausência
de dados de resultados.
O paradigma evoluiu: de tratar a disforia para
priorizar a "euforia de género" e a "transfiguração
criativa" — o corpo como "obra de arte" moldável, sem
necessidade de melhoras comprovadas em saúde mental. Identidades fluidas em
jovens são celebradas, mas intervenções permanentes prosseguem.
Revisões independentes (Europa, relatório HHS EUA) concluem:
evidências fracas, argumentos éticos contra (violação de "não
maleficência"). Mais de 70% dos americanos, incluindo democratas, opõem-se
à transição médica em menores.
Apesar disso, a WPATH insiste em "cuidados afirmativos
de género" como se fossem "baseados em ciência rigorosa". Os
vídeos vazados expõem o oposto: uma medicina experimental, ideológica e
arriscada, que coloca crianças em perigo de mutilação permanente por
improvisação disfarçada de cuidado.

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