Por: Marisa Antunes
Falar em vitórias contra o banditismo ideológico será sempre redundante enquanto crianças e jovens continuarem a passar por transições-relâmpago em Portugal. As vitórias acontecerão quando surgirem processos judiciais contra quem causa dano irreversível a estes miúdos, à semelhança do que já acontece nos outros países. Ainda assim muita coisa aconteceu de positivo, o que vai dando algum ânimo a quem tem o coração no sítio certo e a cabeça sã, a pensar de forma racional. Eis alguns dos pontos a destacar:
- 2025 começou de feição com a retirada do manual Direito a Ser nas Escolas, da lavra de João Costa & Lda.
- Em Abril, a Provedoria da Justiça concordava com um pedido da associação SALL e pedia a inconstitucionalidade da lei contra as terapias de conversão, uma vitória da racionalidade tendo em conta o que esta tem significado para mts jovens descompensados - verem os seus auto-diagnósticos serem validados em minutos por médicos e psicólogos que temem ver a sua licença suspensa por suposta denúncia de 'terapia de conversão'. Inexplicavelmente, o pedido da então provedora e atual ministra da Administração Interna, ainda aguarda resposta do Tribunal Constitucional.
- O ímpeto do jornalismo woke que nos últimos anos passou a vida a promover a narrativa trans com efeito devastador numa parte da juventude portuguesa, está a refrear. A multiplicação de influencers com milhares de seguidores nas redes sociais, partilhando publicamente o que os jornalistas com assento nas redações (incluindo a Lusa) escondem, ajudou a inverter posições - hoje é esta gente woke que é vista justamente como insensível por não mostrar o outro lado das transições de género. O efeito estendeu-se a instituições transativistas como a Ordem dos Psicólogos que descobriu que é feio chamar às mulheres, 'pessoas que menstruam", ou a network de Empreendedorismo 'Bora Lá Mulheres' que também incluía na sua rede "pessoas que se identificam como Mulheres"...
- Nos tempos pós-wokismo, lançaram-se livros de alerta como o "Ideologia ou Ciência", de Maria Helena Costa ou as "Guerras culturais e as ameaças woke", de Francisco Henriques Silva.
- Setembro trouxe-nos uma notícia boa: Sandra Ribeiro, a então presidente da CIG, foi afastada! Yes!!
- Também se começa a desmoronar a afronta da inclusão de homens nas cadeias femininas...
- E a grande novidade? A petição contra a ideologia de género, lançada pela 'influencer' Francisca Silva Zacarias, que conseguiu em 4 dias as assinaturas que obrigam a AR a reanalisar a lei da autodeterminação de género.
- Portanto, um aviso às criaturas transativistas: os Pais estão a organizar-se.

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