sábado, 3 de janeiro de 2026

DOIS ESPÍRITOS? 12 ANOS???

 



QUANDO A CIÊNCIA É TOMADA DE ASSALTO POR DEMÓNIOS E POR CRENÇAS INDÍGENAS 

Um novo ensaio clínico do NHS britânico, chamado Pathways, conduzido pelo King's College London e com o custo de cerca de 10,7 milhões de libras, planeia administrar bloqueadores da puberdade a mais de 200 crianças e jovens entre os 10 e os 15 anos com incongruência de género. 
O estudo visa avaliar os efeitos destes medicamentos no bem-estar físico, emocional e social, após a revisão da Drª Hilary Cass (2024) ter concluído que as evidências para o seu uso eram "notavelmente fracas", levando a uma proibição indefinida fora de contextos de investigação. 
No questionário do ensaio, será perguntado a participantes com 12 anos ou mais qual é a sua "identidade de género", com opções que incluem "dois espíritos" (two spirits) – um conceito tradicional de algumas culturas nativas americanas que descreve pessoas com espíritos masculino e feminino. Outras etiquetas incluem cisgénero, transgénero, não binário, agénero, género fluido e género queer. 
Críticos, como Maya Forstater (da Sex Matters), consideram a inclusão de "dois espíritos" um sinal de viés ideológico, argumentando que o termo é culturalmente específico e inadequado para crianças britânicas, revelando uma base científica "pouco séria" e ligada a conceitos patriarcais históricos de "terceiro género". 
Ex-funcionários do Tavistock (Susan e Marcus Evans) pediram a suspensão imediata do ensaio, denominando-o como "superficial e prejudicial" devido aos riscos elevados. 

O Departamento de Saúde defende o estudo, afirmando que tem "medidas de segurança robustas". Apesar da proibição geral imposta por Wes Streeting, o ensaio foi recomendado pela revisão Cass para gerar evidências mais sólidas. 

Este tema é altamente controverso: defensores vêem o ensaio como necessário para esclarecer benefícios e riscos; opositores alertam para potenciais danos irreversíveis e questionam a ética e o desenho do estudo. 

As reacções não se fizeram esperar, mas, infelizmente, a ideologia e os ideólogos criminosos farão mais vítimas, baseados, não na ciência, mas, imagine-se, em crenças indígenas. 10,7 milhões de libras - pagos com o dinheiro suado dos impostos de quem trabalha - foram gastos num estudo, feito à medida dos transactivistas, para mutilar mais crianças, mais pessoas confusas, doentes e fragilizadas.




A segunda notícia vem tentar deitar água na fervura, dizendo que as crianças, sozinhas, não poderão decidir, mas precisarão da aval dos pais... Isso não devia tranquilizar ninguém, pois o que não falta por aí são pais alucinados, activistas, sedentos de protagonismo, que usam os filhos para satisfazer as suas próprias insanidades. 

 A PERGUNTA É: ATÉ QUANDO CONTINUAREMOS A PERMITIR QUE, TAMBÉM NESTE CANTINHO À BEIRA-MAR PLANTADO, SE CONTINUEM A MUTILAR CRIANÇAS?

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

ESTE ANO HÁ MAIS

Por: Marisa Antunes 

Falar em vitórias contra o banditismo ideológico será sempre redundante enquanto crianças e jovens continuarem a passar por transições-relâmpago em Portugal. As vitórias acontecerão quando surgirem processos judiciais contra quem causa dano irreversível a estes miúdos, à semelhança do que já acontece nos outros países. Ainda assim muita coisa aconteceu de positivo, o que vai dando algum ânimo a quem tem o coração no sítio certo e a cabeça sã, a pensar de forma racional. Eis alguns dos pontos a destacar:

  • 2025 começou de feição com a retirada do manual Direito a Ser nas Escolas, da lavra de João Costa & Lda. 
  • Em Abril, a Provedoria da Justiça concordava com um pedido da associação SALL e pedia a inconstitucionalidade da lei contra as terapias de conversão, uma vitória da racionalidade tendo em conta o que esta tem significado para mts jovens descompensados - verem os seus auto-diagnósticos serem validados em minutos por médicos e psicólogos que temem ver a sua licença suspensa por suposta denúncia de 'terapia de conversão'. Inexplicavelmente, o pedido da então provedora e atual ministra da Administração Interna, ainda aguarda resposta do Tribunal Constitucional.
  • O ímpeto do jornalismo woke que nos últimos anos passou a vida a promover a narrativa trans com efeito devastador numa parte da juventude portuguesa, está a refrear. A multiplicação de influencers com milhares de seguidores nas redes sociais, partilhando publicamente o que os jornalistas com assento nas redações (incluindo a Lusa) escondem, ajudou a inverter posições - hoje é esta gente woke que é vista justamente como insensível por não mostrar o outro lado das transições de género. O efeito estendeu-se a instituições transativistas como a Ordem dos Psicólogos que descobriu que é feio chamar às mulheres, 'pessoas que menstruam", ou a network de Empreendedorismo 'Bora Lá Mulheres' que também incluía na sua rede "pessoas que se identificam como Mulheres"...
  • Nos tempos pós-wokismo, lançaram-se livros de alerta como o "Ideologia ou Ciência", de Maria Helena Costa ou as "Guerras culturais e as ameaças woke", de Francisco Henriques Silva.
  • Setembro trouxe-nos uma notícia boa: Sandra Ribeiro, a então presidente da CIG, foi afastada! Yes!!
  • Também se começa a desmoronar a afronta da inclusão de homens nas cadeias femininas...
  • E a grande novidade? A petição contra a ideologia de género, lançada pela 'influencer' Francisca Silva Zacarias, que conseguiu em 4 dias as assinaturas que obrigam a AR a reanalisar a lei da autodeterminação de género.
  • Portanto, um aviso às criaturas transativistas: os Pais estão a organizar-se.
Eles denunciam nas redes sociais e nas reuniões de câmara os professores que atraiçoam os miúdos e os médicos que lhes destruíram os filhos (como têm feito os pais do Jet)*. Vão às marchas pelas crianças, reclamam de programas ideológicos na RTP e mt mais.

Não subestimem os Pais, eles vão continuar por cá.
Até 2026!

* https://lnkd.in/eZG-vecw


"Estamos Todos a Improvisar": Os Perigos das Práticas da WPATH na Transição Médica de Crianças e Adolescentes

 

Com base em vídeos internos exclusivos obtidos pelo TheFree Press a partir de conferências fechadas da WPATH (Associação Mundial de Profissionais para a Saúde Transgênero), fomos confrontados com uma realidade alarmante: médicos e especialistas em medicina de género admitem, em particular, realizar intervenções experimentais, sem base científica sólida, em jovens vulneráveis — incluindo crianças e adolescentes — muitas vezes orgulhando-se de "improvisar" para atender a desejos estéticos ou identitários, mesmo que isso implique riscos graves como infertilidade permanente, perda de função sexual e arrependimento futuro.

Um dos casos mais chocantes é o de Sky, um jovem de 18 anos recém-saído do ensino secundário, descrito pela assistente social Amy Penkin, do Programa de Saúde Transgénero da Oregon Health & Science University (OHSU). Sky, que se declarava assexual e sem qualquer desejo sexual futuro, queria uma cirurgia de "nulificação" genital — remoção completa dos genitais externos para se parecer "com uma Barbie lá embaixo", eliminando toda a sensação erógena.

Penkin destacou que pedidos por procedimentos "não binários", como nulificação ou vaginoplastia com preservação peniana, estão a aumentar, especialmente entre jovens. No entanto, os padrões existentes não os cobrem adequadamente, forçando os profissionais a "dar um passo adiante" e evoluir além das evidências científicas para satisfazer os pacientes.

A psicóloga Mair Marsiglio, colega de Penkin, reforçou essa abordagem ao defender que o papel do profissional de saúde mental deve ser de "colaborador", não de "controlador". Isso significa não excluir pacientes com graves problemas mentais — como transtorno de personalidade múltipla ou psicose — de cirurgias de redesignação sexual, mesmo que a equipa se sinta desconfortável. Para Marsiglio, o foco é ajudar o paciente a "navegar pelo sistema" para obter procedimentos arriscados ou inéditos. No caso de Sky, bastaram duas rápidas cartas de apoio de saúde mental para aprovar a castração, ilustrando como barreiras mínimas são contornadas em nome da "afirmação de género".

Essas revelações surgiram de um processo judicial no Alabama (Boe v. Marshall), onde defensores da transição médica citaram a WPATH como autoridade inquestionável. No entanto, documentos descobertos expuseram práticas graves:

·         a organização suprimiu revisões sistemáticas que concluíam não haver evidências confiáveis para benefícios de hormonas e cirurgias em menores;

·         ignorou conflitos de interesse (médicos beneficiados financeiramente a redigir as guidelines);

·         e removeu idades mínimas para intervenções por razões políticas.

Esses escândalos foram reportados por veículos como The New York Times, The Economist e The BMJ.

Nas conferências internas da WPATH e USPATH, osprofissionais falam abertamente de forma diferente do que apresentam ao público. Eles admitem pressionar as famílias com o mito do suicídio iminente se a transição for negada, e dar falsas garantias de segurança, ignorando efeitos colaterais como: infertilidade, osteoporose e riscos oncológicos.

Um exemplo é o caso composto apresentado pela endocrinologista pediátrica Hayley Baines, da OHSU: um menino de 13 anos não-binário que queria seios, mas que também queria preservar função genital. Ao saber dos riscos para a fertilidade e para a erecção, respondeu "c'est la vie", enquanto o responsável (também não-binário) chorava pela impossibilidade de vir a ter netos biológicos. Baines enfatizou que é necessário adaptar os tratamentos aos "objetivos de corporeidade" do paciente, mesmo que não haja protocolos claros.

A versão 8 dos Padrões de Cuidado da WPATH (2022) introduziu capítulos sobre "Não-binário" e "Eunucos", ampliando drasticamente o escopo. Não-binário abrange qualquer senso interno em desacordo com o que é normal, incluindo identidades como bigénero, agénero ou até inspiradas em personagens fictícios como Frank-N-Furter de Rocky Horror.

Estima-se que 25-50% dos jovens trans se identifiquem assim. Já "eunucos" reformula a castração histórica (preservar e desenvolver vozes agudas (soprano, contralto)) como identidade de género válida, presente desde a infância, com causas incluindo fetichismo ou desconforto com os genitais.

Palestrantes como Thomas Johnson e Michael Irwig discutiram como atrair mais cirurgiões para castrações, usando as guidelines para se proteger contra acusações de "rebeldia" ou perda de licença.

O cirurgião Thomas Satterwhite relatou ter realizado "um número considerável" de castrações e procedimentos não convencionais, superando quaisquer dúvidas iniciais.

Uma profissional de Utah confessou: «Sinto que estamos todos a improvisar... Mas talvez possamos improvisar juntos», propondo um "painel do Pinterest" de opções cirúrgicas.

Essas práticas representam perigos profundos para crianças e adolescentes. Muitos pacientes são vulneráveis: há um aumento explosivo de adolescentes (principalmente meninas) sem histórico infantil de disforia, frequentemente com comorbidades como autismo, depressão ou trauma. O Protocolo Holandês original, base da transição pediátrica, nunca foi rigorosamente testado e visava apenas "conformidade" estética. Hoje, evoluiu para priorizar a "euforia de género" e a "transfiguração criativa", tratando o corpo como uma "obra de arte" a ser moldada, sem necessidade de evidências de melhoras em saúde mental.



Profissionais admitem que identidades de género em jovens são fluidas e podem mudar, mas avançam com intervenções irreversíveis como bloqueadores de puberdade (que comprometem o desenvolvimento ósseo e cerebral), hormonas cruzadas (doses massivas que causam riscos cardiovasculares e cancro) e cirurgias (mastectomias e faloplastias em adolescentes, genitais alterados).

O risco de arrependimento/destransição é minimizado pela WPATH, que afirma que é "raro", apesar dos crescentes relatos de detransitioners que têm vindo a processar as clínicas e os “profissionais de saúde” por falta de avaliação adequada e informação sobre riscos.

Leighton Seal, endocrinologista, admitiu a falta de dados de resultados para procedimentos não-binários, recomendando equipas multidisciplinares apenas para protecção legal contra arrependimentos futuros. Isso expõe o carácter experimental: sem aprovação ética formal, sem pesquisa estruturada, médicos "desviam-se das directrizes" para satisfazer desejos, realizando mutilações permanentes em crianças sem justificação médica sólida. O paradigma actual relegou as avaliações psicológicas rigorosas, outrora padrão, para segundo plano.

Jess Guerriero, da OHSU, defendeu "desafiar activamente" normas binárias e priorizar autenticidade sobre assimilação. Até Annelou de Vries, pioneira holandesa, agora argumenta ir além da "lógica da melhoria" comprovada.

Esses perigos são agravados pela pressão ideológica: famílias coagidas, jovens confusos afirmados sem questionar comorbidades. Revisões independentes (Europa, relatório HHS dos EUA sob Trump) concluem que as evidências de benefícios são fracas ou inexistentes, com argumentos éticos contra a (violação de "não causar dano").

Apesar do amplo apoio público contra a transição médica em menores (mais de 70% dos americanos, incluindo democratas), a WPATH insiste nos "cuidados afirmativos" como "baseados em pesquisas rigorosas", prometendo lutar por acesso irrestrito.

Resumindo: os vídeos internos da WPATH expõem uma medicina de género que, atrás de portas fechadas, celebra a improvisação experimental em corpos jovens, priorizando desejos subjectivos sobre evidências e segurança. Isso coloca crianças em risco de danos irreversíveis — infertilidade, disfunção sexual, arrependimento crónico — sem safeguards adequados, configurando uma crise ética grave que demanda escrutínio urgente.

Aqui, neste cantinho à beira-mar plantado, os transactivistas… Ups! Desculpe… “profissionais de saúde” que seguem as directrizes da WPATH, continuam a ignorar os sucessivos escândalos e a encaminhar para a mutilação jovens vulneráveis, confusos, que sofrem de várias comorbilidades e que têm vindo a ser arrastados pelo efeito contágio. Até quando? 

9 Mitos Sobre o Direito ao Aborto

  "O nascituro não pede autorização para existir. À sociedade cabe o dever de o proteger, não o arbítrio de decidir se ele deve, ou não...