quinta-feira, 19 de março de 2020

Substituição da cultura

Artigo traduzido.


Entretanto, é isto que as organizações LGBTQIA+ estão a fazer à sociedade:

Virtualmente, todas as semanas, parece haver uma outra questão que preocupa o país. Mas, enquanto a nossa atenção está focada no Covid 19, na China, nos Pres. Donald Trump e Jair Bolsonaro, no "racismo", na homofobia e em todas as inumeráveis fobias, no movimento #MeToo, ou noutro qualquer assunto do momento, organizações LGBTQIA+, sorrateiramente, trabalham na destruição da família e das normas éticas, ridicularizando a educação, arruinando a vida de inocentes e destruindo a infância. Se acha que estou a exagerar, aqui estão alguns dos exemplos:

LGBTQI+ desmantela os desportos femininos

Em Outubro de 2019, uma halterofilista transgénero ganhou múltiplas medalhas de ouro no Jogos do Pacífico em Samoa. Laurel Hubbard, da Nova Zelândia, ganhou duas medalhas - uma de ouro e outra de prata - nas três categorias de femininos acima dos 87 kg, ou 192 libras. Hubbard é biológica e fisicamente masculino.

No ano passado, dois iniciados, biologicamente masculinos, competiram na divisão feminina de várias escolas secundárias no Estado de Conneticut, em pista aberta. Ganharam o primeiro e o segundo lugar nos 100 e 200 metros barreiras.

Os governos da civilização ocidental promovem e apoiam todas as exigências LGBTQIA+. Sem se importarem com o quanto isso seja injusto para as atletas femininas, homens, que se auto-percebem mulheres, são autorizados a competir contra mulheres biológicas e a ganhar quase sempre.

 A desconstrução de masculino e do feminino - desde o nascimento

Como noticiado pela Associated Press: “Progenitores também podem escolher (género) ‘X’ nos recém-nascidos.". Nova Iorque juntou-se à Califórnia, Óregon  e Washington na autorização da escolha de género indefinido como opção nas certidões de nascimento. Muito semelhante à medida levada a cabo em New Jersey, em Fevereiro.

  • Qual a percentagem de Americanos que acredita na sorte que os bebés terão por seus pais não os identificarem, à nascença, como feminino ou masculino? 

  • Ou, por outro lado, quantos pensamos na percentagem de pais que cometerão este tipo de abuso infantil?

A desconstrução da inocência infantil e autoridade parental

Recentemente, a Associated Press noticiou que a “Califórnia está a impor guias de orientação sexual para que os professores das escolas públicas abordem o tema da ideologia de género com crianças do jardim de infância (a partir dos 3 anos)".

Tatyana Dzyubak, professora na escola primária na área de Sacramento, alegou: “Não vou ensinar este tipo de matéria aos meus alunos. Isso é trabalho dos pais”.

Mas, os pais e a autoridade parental têm sido sempre um entrave para os movimentos totalitaristas. Tanto, que desconstruir a autoridade parental é um dos principais objectivos da esquerda e das muitas organizações LGBTQIA+.

Bibliotecas, em grandes centros urbanos, estão a promover uma iniciativa dedicada exclusivamente aos Drag Queens [travestis]: ler histórias a crianças na pré-escola. (Leiam, por exemplo, o artigo do New York Times “Drag Queen story hour puts Rainbow in reading” de 19 de maio de 2017). Cá, em Portugal, quem viu o Got Talent Portugal, deve ter ouvido um travesti a dizer a um menino de 8/9 anos que contar histórias de vida (dos travestis) a crianças era algo extremamente benéfico para elas. 


Em Outubro de 2019, o popular actor e apresentador Mário Lopes revelou: 


“Se a uma criança de 3 anos disser que se sente diferente, ou que se sente menino ou menina, conforme o caso, penso que é terrivelmente perigoso, como progenitor, responder: Está bem podes ser menino ou menina’… Penso que os pais precisam deixar que as crianças sejam crianças, mas ao mesmo tempo que sejam eles os adultos da situação”.

Por dizer, de maneira sensata e respeitosa, o que qualquer pai dedicado de uma criança de 3 anos deveria dizer, ele foi fortemente condenado pela GLAAD e pela PFLAG, duas das maiores organizações LGBTQIA+, que, sabendo que o seu sustento estava em jogo, retaliaram imediatamente. Ao estilo da Revolução Cultural Chinesa, ele "retratou-se" de tudo o que disse e reconheceu o quanto ainda precisa aprender sobre os pais que permitem que crianças de três anos auto-determinem o seu género.

A desconstrução das normas educacionais

A CNN informou na semana passada: "O governador de Illinois J.B. Pritzker assinou uma lei que garante que as contribuições das pessoas LGBT sejam ensinadas nas escolas públicas." 

O projecto de lei declara:"Somente nas escolas públicas, o ensino da história incluirá um estudo dos papéis e contribuições de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais na história deste país e deste Estado."

"Equality Illinois, a maior organização LGBTQIA+ de defesa dos direitos civis do estado, apoiou o projecto e disse que o currículo pode ter um 'efeito positivo na auto-imagem dos estudantes' e fazer com que sejam mais bem aceites".

Uma vez que o propósito de ensinar a história é mudado e se deixa de ensinar o que de facto aconteceu para "ter um efeito positivo na auto-imagem dos alunos", a história não é mais sobre o que aconteceu; É PROPAGANDA. 

Mas, reescrever a história não é um problema para a esquerda. Como dizia uma famosa piada dissidente soviética: "Na União Soviética, o futuro é conhecido; é o passado que está sempre a mudar". 

Observo quase todos os dias que a verdade é um valor liberal e um valor conservador, mas nunca foi um valor de esquerda. Este é apenas mais um exemplo.

O desmantelamento da realidade

David Zirin, editor de desporto, disse ao The Nation"Há outro argumento contra a permissão de atletas trans competirem com atletas de sexo cis que sugerem que a presença deles incomoda cis-mulheres e cis-raparigas. Mas essa linha de pensamento não reconhece isso, mulheres trans são de facto mulheres.

Rep. Ilhan Omar, D-Minn., numa carta ao EUA Powerlifting, escreveu: "O mito de que as mulheres trans têm uma 'vantagem competitiva directa' não é apoiado pela ciência médica".

Sunu Chandy, do Centro Nacional de Direito da Mulher, afirmou: "Não há pesquisas que apoiem a afirmação de que permitir que atletas trans joguem em equipas que se encaixem na sua identidade de género criará um desequilíbrio competitivo".


Como é que se podem dizer estas mentiras?

— Porque mentir não é um problema quando a verdade não é um valor.

As organizações LGBTQIA+ preocupam-se com lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros, tanto quanto os comunistas se importavam com os trabalhadores. Eles usam-nos como cobertura para sua agenda real: desmantelar a família e a civilização como a conhecemos.

PS: Não se sinta descansado por este artigo ser sobre o que se passa lá fora. Cá, isto está a ser posto em prática na Escola e os seus filhos estão a ser vítimas de uma experiência social de resultados imprevisíveis. 

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Adaptado do original: 

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