AFC é uma associação de Solidariedade Social que tem como finalidade, no espaço nacional, apoiar o desenvolvimento da família, como unidade social fundamental, com vista à realização e dignificação plenas do indivíduo. A Associação Família Conservadora pretende intervir em três âmbitos: Social, Educativo e Profissional.
sábado, 28 de março de 2020
sexta-feira, 27 de março de 2020
Crianças em casa: o que fazer neste período de covid19?

Eu gosto de ter os meus filhos em casa. Acho bom não ter horas para acordar, não me preocupar com o lanche deles, não ter que correr tanto... Acho bom demais.
Vejo muitas vezes mães e pais comemorarem o regresso às aulas e o fim das férias. Eu sempre acho que poderia ter mais tempo em casa com eles, acho que as férias passam muito rápido, que poderiam ter ficado mais semanas comigo. Agora, com esta crise mundial e o fecho das escolas, não nego o meu contentamento em tê-los em casa, eu gosto!
A disciplina para estudar e a criatividade para brincar terão de ser triplicados, mas também teremos três vezes mais tempo para conversar, para rir e para exortar sempre que for necessário.
São estas coisas que nos aproximam e nos fazem crescer.
Vejo esta crise que o Covid-19[i] me trouxe como uma oportunidade, como umas mini férias forçadas com as pessoas que mais amo nesta terra, e acho tão bom.
Você pode achar que sou meio doida, que eu deveria fazer homeschooling[ii] com eles de uma vez, que estou curtindo com a desgraça dos outros, ou até mesmo que sou uma mulher preguiçosa. Não! Apenas gosto de ter os meus pintainhos debaixo das minhas asas. Se esta situação difícil me proporciona isto, eu aceito de bom grado! Alegro-me e louvo ao Senhor que continua a controlar terra e céus e que tem, inclusive, este vírus sob o Seu domínio.
Parece um pensamento simplista e talvez seja mesmo, mas gosto de simplicidade. A Bíblia é simples ao mesmo tempo em que é complexa, ela é lei e graça, ilumina os nossos pensamentos e dá sabedoria a alguém simples como eu.
Compadeço-me dos pais e mães que gostariam de curtir este tempo em casa com os seus filhos, mas não podem. Sinto muito e rogo ao Senhor que lhes providencie ajuda e corações hospitaleiros que cuidem dos seus pequenos.
Se você se encontra aflita, sem saber o que fazer nestes dias com as crianças em casa, peça que o Senhor lhe dê alegria em executar as tarefas diárias com eles. Ensine-lhes uma receita nova e como fazer biscoitos. O passeio ao ar livre junto de casa pode trazer-lhes novas perspectivas da rua, apanhem folhas e pedras para uma análise em casa, leiam juntos e discutam o que leram - se é cristã/o leia a Bíblia com eles, decorem versículos e conversem sobre o que aprenderam - joguem jogos de tabuleiro, conversem, liguem a tv por pouco tempo, ensine-os a arrumar o que desarrumam e a limpar o que sujam, use a criatividade que Deus lhe deu e aproveite este tempo sem murmurações.
Quando digo que gosto de tê-los comigo não significa que é sempre fácil, é difícil na maioria das vezes, na verdade viver não é fácil, cuidar não é fácil, tudo tem um custo, um desgaste, mas que isto não seja motivo para desânimo e reclamações.
[i] O coronavírus é principalmente um vírus respiratório.
[ii] Ensino Doméstico
Retirado e adaptado de:
quarta-feira, 25 de março de 2020
terça-feira, 24 de março de 2020
O arco é nosso
O arco [íris] não é bandeira de quaisquer movimentos.
O arco é um símbolo do povo de Deus. Não permitamos que nos seja "roubado".
O arco é parte da história da humanidade.
O arco foi colocado no céu, por DEUS, para simbolizar a aliança feita com o homem que criou.
O arco é um símbolo do povo de Deus. Não permitamos que nos seja "roubado".
O arco é parte da história da humanidade.
O arco foi colocado no céu, por DEUS, para simbolizar a aliança feita com o homem que criou.
Eis é a verdadeira história do arco:
«E falou Deus a Noé e a seus filhos com ele, dizendo:
E eu, eis que estabeleço a minha aliança convosco e com a vossa descendência depois de vós.
E com toda a alma vivente, que convosco está, de aves, de gado, e de todo o animal da terra convosco; com todos que saíram da arca, até todo o animal da terra.
E eu convosco estabeleço a minha aliança, que não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio, e que não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.
E disse Deus: ESTE É O SINAL DA ALIANÇA QUE PONHO ENTRE MIM E VÓS, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas.
O MEU ARCO TENHO POSTO NAS NUVENS; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.
E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, APARECERÁ O ARCO NAS NUVENS.
Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne.
E ESTARÁ O ARCO NAS NUVENS, e eu o verei, para me lembrar da aliança eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a terra.
E disse Deus a Noé: ESTE É O SINAL DA ALIANÇA que tenho estabelecido entre mim e entre toda a carne, que está sobre a terra.» (Génesis 9:8-17)
Aproveitem estes dias para ensinarem aos vossos filhos o verdadeiro significado do arco.
Desenho dos filhos dos amados Tiago-Sara Proença Capote
«E falou Deus a Noé e a seus filhos com ele, dizendo:
E eu, eis que estabeleço a minha aliança convosco e com a vossa descendência depois de vós.
E com toda a alma vivente, que convosco está, de aves, de gado, e de todo o animal da terra convosco; com todos que saíram da arca, até todo o animal da terra.
E eu convosco estabeleço a minha aliança, que não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio, e que não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.
E disse Deus: ESTE É O SINAL DA ALIANÇA QUE PONHO ENTRE MIM E VÓS, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas.
O MEU ARCO TENHO POSTO NAS NUVENS; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.
E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, APARECERÁ O ARCO NAS NUVENS.
Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne.
E ESTARÁ O ARCO NAS NUVENS, e eu o verei, para me lembrar da aliança eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a terra.
E disse Deus a Noé: ESTE É O SINAL DA ALIANÇA que tenho estabelecido entre mim e entre toda a carne, que está sobre a terra.» (Génesis 9:8-17)
Não permitamos que o símbolo da Aliança que Deus fez com o seu povo perca o significado só porque alguns decidiram usá-lo como afronta ao Criador.
Aproveitem estes dias para ensinarem aos vossos filhos o verdadeiro significado do arco.
Desenho dos filhos dos amados Tiago-Sara Proença Capote
domingo, 22 de março de 2020
“Parabéns, é um menino!” ou “Parabéns, é uma menina!”
Como pediatra há quase 20 anos, é assim que começo a
relação com os meus pacientes. Os nossos corpos indicam o nosso sexo. O sexo biológico não é
atribuído, é determinado durante a concepção pelo nosso ADN e está estampado
em cada célula do nosso corpo.
A sexualidade humana é binária. Ou você tem o cromossoma Y, e desenvolve-se como homem, ou você não tem, e desenvolver-se-à como mulher.
Existem pelo menos 6.500 diferenças genéticas entre homens e
mulheres. Hormonas e cirurgias, não são capazes de mudar isso.
Entendam, a
identidade de género não é biológica, é psicológica. Identidade tem a ver com pensamentos e sentimentos.
Pensamentos e sentimentos não são biologicamente construídos. Os nossos
pensamentos e sentimentos podem estar factualmente correctos ou factualmente
incorrectos.
Por exemplo, se eu procurar meu médico e lhe disser:
“Olá, eu sou a
Margaret Thatcher”- ele dirá que eu estou iludida, que sofro de transtorno dissociativo de identidade e receitar-me-à anti-psicóticos.
Entretanto, se eu lhe disser:
“Olá, eu sou um homem” - ele dirá: “Parabéns, você é transgénero.”
Se eu disser:
“Eu tenho pensamentos suicidas, sou uma
amputada presa num corpo “normal”, por favor, remova a minha perna” - serei
diagnosticada com transtorno dissociativo de identidade.
Mas se eu for ao mesmo
médico e disser:
“Eu sou um homem, preciso de um relatório médico para realizar dupla
mastectomia”, ele dar-me-à um.
De acordo com várias organizações médicas alinhadas com o pensamento ideológico de género, se você
quer amputar um braço saudável ou uma perna saudável, tem problemas
psicológicos. Mas se deseja amputar os seus seios ou o seu pénis saudáveis, você é
transgénero.
Vamos ser claros: ninguém nasce transgénero. Se identidade de género fosse construída no cérebro, depois do nascimento, gémeos idênticos teriam a mesma identidade de género, em 100% dos casos, mas eles não têm.
Eu tenho um pequeno paciente, vou chamar-lhe Andy. Entre
os 3 e 5 anos, ele brincava cada vez mais com as meninas e com brinquedos típicos
de meninas, e começou a dizer que era uma menina. Eu disse aos pais que o levassem a um terapeuta. Ás vezes, problemas psicológicos dos pais ou
abusos sofridos podem ser as causas. Mas comummente, as crianças entendem mal as
dinâmicas familiares e internalizam falsas crenças.
No meio de uma sessão, Andy atirou para longe um camião, agarrou numa Barbie e disse:
“Mamã e papá, vocês não me amam quando eu sou um
menino”.
O terapeuta descobriu que quando Andy tinha 3 anos, nasceu a sua irmã
com necessidades especiais. Ela demandava muitos cuidados e atenção dos
pais e o menino interpretou isso como:
“O papá e a mamã amam as meninas. Se eu quiser que
eles me amem outra vez tenho que ser uma menina.”
Com a terapia familiar, Andy superou isso.
Nos dias de hoje,
os pais de Andy teriam ouvido algo bem diferente:
“Esse é o
verdadeiro Andy. Vocês precisam mudar o seu nome e assegurar que todos o tratem como uma menina ou então ele poderá cometer suicídio.”
Conforme a puberdade se aproximasse, os experts receitariam
bloqueadores de puberdade ao Andy para que ele pudesse continuar a personificar
uma menina e diriam:
“Não importa se nós nunca testámos os
bloqueadores de puberdade em crianças biologicamente normais. Não importa se quando esses bloqueadores são usados para tratar
cancro da próstata em homens e problemas ginecológicos em mulheres, causam
problemas de memoria. Nós não precisamos fazer testes. O que precisamos é
adiar o seu desenvolvimento natural agora, ou ele cometerá suicídio."
Mas isso não é verdade. De facto, quando recebem apoio para aceitar os seus corpos através do processo natural da puberdade, a maior parte das crianças que estão confusas com o seu género, superam essa condição.
No entanto, nós estamos a castrar quimicamente essas
crianças confusas com bloqueadores de puberdade. Muitas delas são permanentemente esterilizadas com a inclusão do uso dos hormonas“do outro
sexo”. As hormonas “do outro sexo” são o estrogénio e a testosterona que
aumentam os riscos de doenças cardíacas, problemas vasculares, diabetes,
cancro, e ainda vários problemas emocionais que os especialistas dizem
prevenir.
Se uma menina que insiste ser um rapaz faz uso de
testosterona por um ano, consequentemente estará autorizada a
fazer dupla mastectomia aos 16. Lembremos que, recentemente, a Academia Americana de
Pediatria pediu aos pediatras que fossem cautelosos com adolescentes
que querem fazer tatuagens, porque elas são essencialmente permanentes e deixam
cicatrizes.
Mas, a mesma AAP apoia 110% que meninas de 16 anos realizem
dupla mastectomia, inclusive sem consentimento dos pais, desde que a elas insistam que são um homem e tenham feito uso de testosterona pelo menos durante um ano.
Vamos ser sinceros. Ensinar a todas as crianças, da pré-escola em diante, a mentira de que elas podem estar presas "no corpo errado", perturba a própria realidade que as crianças estão experimentando.
- Se uma criança não pode confiar na realidade de seu corpo físico, em quem ou em que é que ela poderá confiar?
- A ideologia transgénero nas escolas é psicologicamente abusiva e leva muitas vezes à castração química, esterilização e mutilação cirúrgica. Se isso não é abuso infantil, senhoras e senhores, o que é?
Michelle Cretella, M.D., é presidente do Colégio Americano
de Pediatras, uma organização nacional de pediatras e outros profissionais de
saúde dedicados à saúde e ao bem-estar das crianças.
Fonte: https://medium.com/hormonionaoebrinquedo/uma-pediatra-fala-sobre-crian%C3%A7as-trans-2b8faf62a2d1
sábado, 21 de março de 2020
Quem é Judith Butler?
A expoente máxima da Ideologia de Género, hoje, é sem dúvida a americana Judith Butller. Professora do departamento de retórica e literatura comparada da Universidade da Califórnia, em Berkeley, escreveu o livro “Problemas de Género – Feminismo e Subversão da Identidade”, que contribuiu decididamente para subverter a sexualidade humana.
Feminista radical, lésbica, é a principal pesquisadora de um programa que reúne estudiosos do campo da teoria crítica, com confessa inspiração neo-marxista, e é totalmente avessa ao pensamento cristão. Veja o que ela disse, recentemente, no Brasil:
«Se você baseia a sua visão de mundo na Bíblia, então, a ideia de género vai ser mesmo ofensiva.»
Butller aparece em cena com um novo discurso. Já não se trata de libertar a mulher da tirania do homem — um discurso desgastado — mas sim libertar a mulher de ser mulher porque, afirma ela:
«Mulher não existe. É apenas um conceito inventado pelo homem para que este exerça domínio sobre ela. Homem, também não existe. O que existe é um papel que ele pode fazer e desfazer conforme a sua vontade. Então, há que libertar a mulher de ser mulher e o homem de ser homem, porque são meros papéis que lhes foram atribuídos pela sociedade.»
Judith Butller afirma que o género [sexo] é uma construção social sem qualquer base na realidade biológica. Segundo ela, não nascemos homens, nem mulheres, nem gays, nem lésbicas, mas devemos aprender a construir-nos, desde cedo, com tantos géneros [leia-se práticas sexuais] quantos quisermos. Não podemos ficar presos, diz ela, a qualquer tipo de género [sexo].
Segundo a sua teoria, a sociedade impõe a algumas pessoas que sejam educadas como pertencendo a um género [sexo] para exercerem poder sobre outras, que são educadas para pertencerem a outro género [sexo]. Os principais géneros que foram INVENTADOS para isto foram o homem e a mulher e os pais e professores mentem às crianças quando lhes dizem que nasceram meninos ou meninas. O resultado, dessa mentira, foi a construção de uma sociedade cuja norma é a família, constituída da união entre um homem e uma mulher, que é chamado de heteronormatividade.
De acordo com a ideóloga, para que nos possamos libertar destas construcções, é preciso que as crianças experimentem todas as formas de identidades de género [sexo] e de orientações sexuais para que percebam, desde muito cedo, que a heterossexualidade é fictícia e socialmente construída como um discurso de poder, que produzirá a desconstrução da identidade sexual de cada um e também da família. E isso, ainda de acordo com a Sra. Bultller, só poderá ser feito através da Escola. São dela estas palavras:
«Nós queremos educar as nossas crianças, ou as crianças das outras pessoas, para entenderem que isto, [género] é um problema altamente debatível.»
Pedofilia e incesto, sexualização da mente das crianças e experiências sexuais, desde muito cedo, entre outras aberrações, são as propostas destas ideólogas de género lésbicas e feministas. Levar as crianças a pensar só em sexo, é o que está a ser feito hoje, nas escolas, nos média e em tudo o que
nos rodeia.
Leia mais no livro "Identidade de Género - Toda a Verdade".
Pode adquiri-lo aqui: https://emporiumeditora.com/products/identidade-de-genero
Feminista radical, lésbica, é a principal pesquisadora de um programa que reúne estudiosos do campo da teoria crítica, com confessa inspiração neo-marxista, e é totalmente avessa ao pensamento cristão. Veja o que ela disse, recentemente, no Brasil:
«Se você baseia a sua visão de mundo na Bíblia, então, a ideia de género vai ser mesmo ofensiva.»
Butller aparece em cena com um novo discurso. Já não se trata de libertar a mulher da tirania do homem — um discurso desgastado — mas sim libertar a mulher de ser mulher porque, afirma ela:
«Mulher não existe. É apenas um conceito inventado pelo homem para que este exerça domínio sobre ela. Homem, também não existe. O que existe é um papel que ele pode fazer e desfazer conforme a sua vontade. Então, há que libertar a mulher de ser mulher e o homem de ser homem, porque são meros papéis que lhes foram atribuídos pela sociedade.»
Judith Butller afirma que o género [sexo] é uma construção social sem qualquer base na realidade biológica. Segundo ela, não nascemos homens, nem mulheres, nem gays, nem lésbicas, mas devemos aprender a construir-nos, desde cedo, com tantos géneros [leia-se práticas sexuais] quantos quisermos. Não podemos ficar presos, diz ela, a qualquer tipo de género [sexo].
Segundo a sua teoria, a sociedade impõe a algumas pessoas que sejam educadas como pertencendo a um género [sexo] para exercerem poder sobre outras, que são educadas para pertencerem a outro género [sexo]. Os principais géneros que foram INVENTADOS para isto foram o homem e a mulher e os pais e professores mentem às crianças quando lhes dizem que nasceram meninos ou meninas. O resultado, dessa mentira, foi a construção de uma sociedade cuja norma é a família, constituída da união entre um homem e uma mulher, que é chamado de heteronormatividade.
De acordo com a ideóloga, para que nos possamos libertar destas construcções, é preciso que as crianças experimentem todas as formas de identidades de género [sexo] e de orientações sexuais para que percebam, desde muito cedo, que a heterossexualidade é fictícia e socialmente construída como um discurso de poder, que produzirá a desconstrução da identidade sexual de cada um e também da família. E isso, ainda de acordo com a Sra. Bultller, só poderá ser feito através da Escola. São dela estas palavras:
«Nós queremos educar as nossas crianças, ou as crianças das outras pessoas, para entenderem que isto, [género] é um problema altamente debatível.»
Pedofilia e incesto, sexualização da mente das crianças e experiências sexuais, desde muito cedo, entre outras aberrações, são as propostas destas ideólogas de género lésbicas e feministas. Levar as crianças a pensar só em sexo, é o que está a ser feito hoje, nas escolas, nos média e em tudo o que
nos rodeia.
Leia mais no livro "Identidade de Género - Toda a Verdade".
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